terça-feira, 26 de maio de 2009
Dor calada
Saudade é coisa que dá um nó na garganta, querendo sair pela boca, pra aliviar o coração! [Poison Boy]
quinta-feira, 7 de maio de 2009
"...Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer. Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que não desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos! A gente não faz amigos, reconhece-os." [Vinicius de Moraes]
quarta-feira, 6 de maio de 2009
"Não se preocupe mais com tanta bobagem , apenas viva! Quem te merece não te faz chorar. . e se for chorar que seja de felicidade ! não se preocupe tanto assim com o que dizem de você , o único que te conhece como ninguém é você mesmo . dê valor a quem te ama , guarde as cartas de amor , jogue fora as ofensas . viva cada dia como se fosse o último . não tente entender o mundo nem as pessoas , é perda de tempo. apenas viva e sorria . permita que a felicidade entre na sua vida , e não deixe que ela vá embora!" [autor desconhecido]
Cor de Chocolate Escuro
"-É claro, uma apresentação.Um começo.Onde estão meus bons modos?Eu poderia me apresentar apropriadamente, mas, na verdade, isso não é necessário. Você me conhecerá o suficiente e bem depressa, dependendo de uma gama diversificada de variáveis. Basta dizer que, em algum ponto de tempo, eu me erguerei sobre você, com toda a cordialidade possível. Sua alma estrá em meus braços. Haverá uma cor pousada em meu ombro. E levarei você embora gentilmente. Nesse momento você estará deitado. (Raras vezes encontro pessoas de pé.) Estará solidificado em seu corpo. Talvez haja uma descoberta; um grito pingará pelo ar. O único som que ouvirei depois disso será minha própria respiração, além do som do cheiro de meus passos. A pergunta é: qual será a cor de tudo nesse momento em que eu chegar para buscar você? Que dirá o céu? - Pessoalmente, gosto do céu cor de chocolate. Chocolate escuro, bem escuro. As pessoas dizem que ele condiz comigo. Mas procuro gostar de todas as cores que vejo - o espectro inteiro. Um bilhão de sabores, mais ou menos, nenhum deles exatamente igual, e um céu para chupar devagarinho. Tira a contundência da tensão. Ajuda-me a relaxar."
[A menina que roubava livros - Markus Zusak]
terça-feira, 5 de maio de 2009
Se as pessoas soubessem quantas sequelas podem deixar nas outras enquanto estão pensando apenas em si mesmas. Se elas ao menos se preocupassem... um pouco que fosse. Hoje olho para trás e vejo:por quantas pessoas chorei, com quantas me preocupei, tantas vezes eu insisti em acreditar que a boa ação atrae a boa ação de volta... mas aprendi que quando não é bem assim que acontece, e nós questionamos, as outras pessoas dizem que estamos esperando algo em troca e que, portanto, isso não é uma boa ação. A "boa ação" é gratuita e não espera nada em troca.... Algo em toca? Tipo...gratidão?... algo em troca tipo... carinho? Ou um sorriso que demonstre o quão feliz vc ficou aquele dia... coisas assim são "algo em troca"? Para mim são sentimentos e ações que deveriam ser espontâneos diante de uma boa ação.... que não deveriam ser pedidos e, tão menos, levantados em questão. Nunca ouvi falar de alguém que tenha sido infeliz ao dar um sorriso à quem chorava, ou que tenha perdido os braços por abraçar quem precisava, nem que a voz tenha desaparecido por ter dito as palavras doces a alguém naquele instante em que vc mesmo não julgava importância nenhuma em dizer qualquer palavra que fosse. Nunca soube de nenhum caso em que o amor não tenha vencido, à não ser aqueles em que nem o próprio ser, que dizia amar outrém, acreditava nisso de verdade. É tão complicado entender que quem fala muito, algumas vezes precisa ouvir e que quem ouve muito, algumas vezes precisa falar?. Não sei se sou um eterno utópico. Um ser humano dramático e intenso ou simplesmente um romântico à moda antiga que vê um mundo melhor amanhã... um otimista que acredita no ser humano, inclusive por ser um deles. A única certeza que tenho é a de que algo pode ser feito, só não estou muito certo se quero e consigo mesmo fazer, principalmente sozinho. [Poison Boy]
sexta-feira, 24 de abril de 2009
sábado, 18 de abril de 2009
Seres de Ferro
Descobri com o tempo que as pessoas buscam o amor mas não estão acostumadas com carinho...café na cama...jantar à dois.
E buscam a felicidade a vinda inteira,mas pecam...As pessoas que colocam a felicidade como um objetivo de vida nunca estão de fato felizes,não percebem que a felicidade está no agora,nas pequenas coisas..dia.ria.mente..não se permitem,não aproveitam cada segundo com a sede de que o amanhã talvez nem chegue,se policiam o tempo todo,como um mecanismo de defesa...pq se alcançarem a felicidade,que se torna plena mesmo sem ser completa,elas perdem o objetivo de vida,não terão mais pelo oq lutar e nem um sentido para se levantarem todas as manhãs e encararem com bom humor a rotina em que a vida se perde.
No fim de tudo,elas não vivem tudo oq poderiam viver e a maioria carrega remorsos enquanto eu carrego estórias e lembranças.
E assim elas se fecham...endurecem...
À essas pessoas de ferro um aviso: Ferro não quebra, mas enferruja...
[Poison Boy]
E buscam a felicidade a vinda inteira,mas pecam...As pessoas que colocam a felicidade como um objetivo de vida nunca estão de fato felizes,não percebem que a felicidade está no agora,nas pequenas coisas..dia.ria.mente..não se permitem,não aproveitam cada segundo com a sede de que o amanhã talvez nem chegue,se policiam o tempo todo,como um mecanismo de defesa...pq se alcançarem a felicidade,que se torna plena mesmo sem ser completa,elas perdem o objetivo de vida,não terão mais pelo oq lutar e nem um sentido para se levantarem todas as manhãs e encararem com bom humor a rotina em que a vida se perde.
No fim de tudo,elas não vivem tudo oq poderiam viver e a maioria carrega remorsos enquanto eu carrego estórias e lembranças.
E assim elas se fecham...endurecem...
À essas pessoas de ferro um aviso: Ferro não quebra, mas enferruja...
[Poison Boy]
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Distância...
A distância resume-se em um breve espaço de tempo entre o que já aconteceu e o que ainda está por vir... [Poison Boy]
As máscaras do amor...

"Se o amor convosco é duro, sede duro também com ele, revidando todas as pancadas que der. Ponde-o no chão. Dai-me uma cobertura para o rosto. Em cima de uma máscara ponho outra. Que me importa que o olhar curioso possa perceber a feiúra? Por mim hão de corar estas salientes sobrancelhas." [Romeu e Julieta - Willian Shakespeare]
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Saudade...
Já não sou mais uma criança... e o engraçado é que mesmo quando quero pensar como uma, não consigo. Em meu coração não existe a mesma pureza da minha infãncia, e a minha infância talvez realmente só exista na saudade...
...do cheiro da massinha feita de farinha de trigo com anelina na minha primeira escola.
...do cheiro do colarinho da camisa social suada que meu pai chegava do trabalho e eu sentia depois de um longo abraço de proteção e saudade.
...do gosto do "Mirabell".
...do cheiro do Toddy frio na minha garrafinha da lancheira.
...do gosto do primeiro beijo, aquele inocente, de quando eu ainda nem sabia o que fazer.
...de brincar de "cai no poço", "roba bandeira", "pic esconde", "adedanha"...
...de ficar em casa com chuva e uma porção de amigos e mesmo assim o dia passar tão rápido que parecia um dia de sol na piscina.
...de fazer bichinhos com as mãos na sombra das velas quando a luz acabava e ficava todo mundo em casa, com medo, no mesmo cômodo.
...de acreditar em Papai Noel porque isso me fazia esperar a noite de Natal.
...de ir no parque de diversões andar no trem fantasma, no bate-bate, no carrossel.
...comer pipoca.churros.algodão doce e maçã do amor.
...ganhar aquelas bolas gigantes quando acertava três bolas seguidas na boca do palhaço.
...de quando adoecia e podia gritar minha mãe de madrugada.
...de quando minha única preocupação era passar de ano na escola, e que pra isso, meu pai chegava do trabalho e conferia os exercícios de matemática que eu tinha resolvido durante o dia todo.
...de quando eu podia dormir à tarde.
...de quando sexta já era fim de semana pra mim.
...e de quando eu só podia brincar no fim de semana...
...de quando eu confiava em todo mundo.
...e de quando podia-se fazer isso sem ser tolo.
...de quando as mentirinhas eram necessárias e não fruto da falsidade.
...de quando eu ficava triste e chorava e tudo se resolvia com um "Elma Chips" que meu pai me dava quando a gente ia na padaria comprar pão pro cachorro quente que todo mundo comia junto na janta.
...de quando as brigas duravam cinco minutos e as namoradinhas também.
...de comprar o "Kinder Ovo" por causa da surpresinha.
...de tomar "Danoninho" usando o dedo ao invé de colher.
...de comer espinafre por causa do Popeye e tomar biotônico foltora por causa do pediatra.
...de viajar pra fazenda nas férias.
...e de perguntar "Pai, tá chegando?" quando a viagem pra praia era muito longa.
...de viajar pra praia.
...e de parar na beira da estrada com aquela família gigantesca pra comer sanduiche com guaraná que minha mãe levava pra todo mundo!
...sinto saudade até do que não lembro.
...saudade até do que não vivi.
...saudade...
[Poison Boy]
...do cheiro da massinha feita de farinha de trigo com anelina na minha primeira escola.
...do cheiro do colarinho da camisa social suada que meu pai chegava do trabalho e eu sentia depois de um longo abraço de proteção e saudade.
...do gosto do "Mirabell".
...do cheiro do Toddy frio na minha garrafinha da lancheira.
...do gosto do primeiro beijo, aquele inocente, de quando eu ainda nem sabia o que fazer.
...de brincar de "cai no poço", "roba bandeira", "pic esconde", "adedanha"...
...de ficar em casa com chuva e uma porção de amigos e mesmo assim o dia passar tão rápido que parecia um dia de sol na piscina.
...de fazer bichinhos com as mãos na sombra das velas quando a luz acabava e ficava todo mundo em casa, com medo, no mesmo cômodo.
...de acreditar em Papai Noel porque isso me fazia esperar a noite de Natal.
...de ir no parque de diversões andar no trem fantasma, no bate-bate, no carrossel.
...comer pipoca.churros.algodão doce e maçã do amor.
...ganhar aquelas bolas gigantes quando acertava três bolas seguidas na boca do palhaço.
...de quando adoecia e podia gritar minha mãe de madrugada.
...de quando minha única preocupação era passar de ano na escola, e que pra isso, meu pai chegava do trabalho e conferia os exercícios de matemática que eu tinha resolvido durante o dia todo.
...de quando eu podia dormir à tarde.
...de quando sexta já era fim de semana pra mim.
...e de quando eu só podia brincar no fim de semana...
...de quando eu confiava em todo mundo.
...e de quando podia-se fazer isso sem ser tolo.
...de quando as mentirinhas eram necessárias e não fruto da falsidade.
...de quando eu ficava triste e chorava e tudo se resolvia com um "Elma Chips" que meu pai me dava quando a gente ia na padaria comprar pão pro cachorro quente que todo mundo comia junto na janta.
...de quando as brigas duravam cinco minutos e as namoradinhas também.
...de comprar o "Kinder Ovo" por causa da surpresinha.
...de tomar "Danoninho" usando o dedo ao invé de colher.
...de comer espinafre por causa do Popeye e tomar biotônico foltora por causa do pediatra.
...de viajar pra fazenda nas férias.
...e de perguntar "Pai, tá chegando?" quando a viagem pra praia era muito longa.
...de viajar pra praia.
...e de parar na beira da estrada com aquela família gigantesca pra comer sanduiche com guaraná que minha mãe levava pra todo mundo!
...sinto saudade até do que não lembro.
...saudade até do que não vivi.
...saudade...
[Poison Boy]
Assinar:
Postagens (Atom)




